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Estudo: Um terço dos consumidores acha que dicas dos farmacêuticos visam negócio

IPAMO IPAM – The Marketing School decidiu realizar um estudo sobre a perceção e o grau de satisfação dos clientes das farmácias, num contexto em que dados da Associação Nacional das Farmácias revela que 2.400 das 2.902 existentes em Portugal estão em risco de insolvência (aproximadamente 80%). As conclusões mostram que um terço dos inquiridos acreditam que os profissionais de saúde apenas dão opiniões para o próprio benefício do negócio.

Feito na área da Grande Lisboa, o estudo baseia-se numa amostra de 250 pessoas, tentando analisar igualmente o relacionamento dos clientes com este tipo de serviço, o tipo de interacção com os farmacêuticos e a influência da opinião destes profissionais nas decisões de compra. 70% dos clientes pensa que a sugestão do farmacêutico é para o benefício do cliente, sendo que os restantes 30% acredita que os profissionais de saúde apenas dão opiniões para favorecer o próprio negócio.

Segundo o “i”, 72% dos inquiridos julga ainda que o seu farmacêutico ajuda no momento da decisão de compra e alguns deles (70%) , aconselham mais do que uma alternativa de produto. Já 82% dos clientes declara ser ouvido e sente que o seu problema é rapidamente resolvido quando se manifesta insatisfeito por qualquer motivo. Finalmente, 52% considera que informação visual presente no espaço de uma farmácia é útil, tanto em termos de dados como em termos de sugestões de produtos e serviços, que auxiliam nas escolhas.

Os principais motivos que conduzem o cliente a escolher determinada farmácia são, essencialmente, a proximidade (31%), a confiança (20%) e a simpatia (19%).

Fonte: Netfarma

Há mais farmácias em insolvência

ANF

 O número de farmácias em processos de insolvência ou penhora aumentou nos últimos meses. Cerca de 600 farmácias podem fechar até ao final de 2013.

De acordo com a Associação Nacional das Farmácias (ANF), «Portugal tem cerca de três mil farmácias, com uma das melhores coberturas da Europa [rácio de 2,8 farmacêuticos por estabelecimento] e com uma distribuição que acompanha a distribuição da população». No entanto, os dados mais recentes revelam que 322 farmácias estão com dificuldades em manter as portas abertas. Em junho deste ano, 226 estabelecimentos estavam a ser alvo de penhora, mais 46 do que em 2012, e 96 farmácias estavam em situação de insolvência, mais 35 do que no final do ano passado.

«O setor de farmácias encontra-se numa crise sem precedentes, que coloca em risco o normal abastecimento de medicamentos à população», refere a ANF, acrescentando que muitos dos estabelecimentos «não têm recursos financeiros para manter stocks elevados, particularmente nos medicamentos mais caros». Faro é o distrito onde a cadeia de abastecimento de medicamentos é mais afetada, já que uma em cada cinco farmácias está em processo de insolvência ou penhora. Lisboa e Porto são outras das zonas do País mais afetadas. «É cada vez mais frequente os doentes terem de se deslocar a várias farmácias para terem acesso aos medicamentos de que necessitam», conclui a ANF, citada pelo “Correio da Manhã”.

Fonte: Netfarma

Suspeitas de fraudes no SNS levam à detenção de 35 pessoas

IGASOs dados resumem o que os investigadores chamam de «fórmula de sucesso»: 35 detidos e 250 arguidos. Nos últimos três meses, foram abertos 50 novos inquéritos.

Mais de 200 buscas, 59 inquéritos pendentes, seis acusações, 35 pessoas detidas, 250 arguidos, um pedido de indemnização superior a 4 milhões de euros e suspeitas de fraudes de um valor ainda mais astronómico: superior a 135 milhões de euros (segundo o Ministério da Saúde). É este o retrato abreviado em números de cerca de dois anos de combate à fraude no Serviço Nacional de Saúde (SNS). A maior parte das investigações teve origem em denúncias da Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e INFARMED, mas também há casos de participações feitas pela Inspeção Geral de Finanças (IGF) e por farmácias, que desconfiaram de tantas receitas do mesmo medicamento passadas pelo mesmo médico ou de quem sistematicamente se dirigia ao balcão para aviar as receitas.

Há que juntar à lista ainda as denúncias anónimas: de cada vez que saem as notícias de operações com nomes tão apelativos como "Remédio Santo" ou "Esquizopharma", explica fonte da Polícia Judiciária (PJ) ao “i”, multiplicam-se as cartas e emails enviados às autoridades a desmascarar esquemas idênticos.

Só nos últimos três meses, segundo o cruzamento de dados entre o balanço feito no Ministério da Justiça, em abril, e os dados agora enviados ao “i” pela Procuradoria-Geral da República (PGR), os investigadores “ganharam" 50 novos inquéritos e os valores sob suspeita de fraude subiram quase 40%. As operações que têm em vista desmantelar as actividades ilícitas ligadas ao setor das farmácias ou as burlas ao SNS não vêm de agora. Só que nunca foram tantas nem tão ágeis desde que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, e a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, assinaram em janeiro de 2012 um protocolo de cooperação entre as duas tutelas. Mais «diálogo» e melhores «mecanismos internos de despiste» explicam os melhores resultados, na perspetiva de quem está ligado à investigação.

Depois do acordo foi criada uma equipa conjunta entre o Ministério da Saúde e PJ. Reuniões de trabalho decidiram quais os sinais de alarme e o Centro de Conferência de Faturas, que todos os meses confere as receitas comparticipadas pelo SNS, deixou de fazer uma mera verificação contabilística. Agora, não interessa apenas se a receita médica corresponde ao valor da fatura do medicamento. Se um médico passa demasiadas receitas de um fármaco caro com elevadas taxas de comparticipação, por exemplo, os alarmes soam. «É preciso depois cruzar estes dados com a especialidade do médico, os locais onde são passadas as receitas e identificar os medicamentos». Se algum desses dados é suspeito, a investigação prossegue, com vigilâncias, escutas e outros meios de obtenção de prova até ao dia em que os inspetores vão para o terreno fazer buscas ou tentar apanhar suspeitos em flagrante.

Do início do inquérito até às mega-operações de busca há «pelo menos um ano» de intervalo. É isso que explica em parte o elevado número de detidos: 35, segundo dados enviados ao “i” pelo Ministério da Saúde, 33 só nos processos que estão a ser investigados pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), segundo a PGR. Aos detidos junta-se ainda uma avalanche de arguidos - 250 por todo o país, 51 só no departamento liderado por Amadeu Guerra. Destes últimos, seis estão detidos preventivamente e nove encontram-se em prisão domiciliária.

«Todos os meses, há pelo menos uma nova suspeita. E quase todas têm fundamento», conta a fonte da PJ, assegurando que as mega-operações não terminaram com a "Prescrição de Risco" que levou à detenção de sete pessoas, entre elas o diretor da farmácia do Hospital de Santa Maria, no início deste mês. Além do diálogo, dos novos métodos seguidos nas inspeções e auditorias, e de uma espécie de "equipa especial" com 9 inspetores da PJ, uma procuradora da República e duas procuras-adjuntas, o fator tempo completa aquilo a que os investigadores chamam de fórmula do sucesso: «Mostra como a combinação de saberes permite melhores resultados».

Bastou um ano para que as buscas da Operação “Remédio Santo” dessem lugar a uma acusação com 1-500 páginas contra 18 arguidos. Antes do acordo, um fim tão rápido de um mega-processo era inimaginável para os investigadores: «Há um diálogo permanente que nos permite trabalhar os factos quando eles ainda decorrem e sem delay. Quase podemos fazer uma investigação online».

Em causa estão suspeitas de burla agravada, associação criminosa, corrupção e branqueamento de capitais. O esquema não é passado a papel químico de uns casos para outros, mas no centro estão sempre médicos, delegados de propaganda médica ou empresários ligadas à Indústria Farmacêutica. Idosos e doentes crónicos, por terem regimes especiais de comparticipação, são os alvos mais usados no esquema fraudulento. E nem precisam de o saber. Basta um especialista "fingir" que lhes passou uma receita médica. Depois, ou os medicamentos saem da farmácia por um preço muito mais baixo que o praticado no do mercado e entra nos meandros da exportação ilegal ou das vendas simuladas, em que os fármacos nunca chegam a sair das prateleiras.

Fonte: Netfarma

Fraude no SNS ultrapassa 130 milhões de euros, diz ministro da Saúde

A Polícia Judiciária e o Ministério Público estarão a investigar cerca de 30 casos de fraudes ao Serviço Nacional de Saúde que, de acordo com o ministro da Saúde, ultrapassam os 130 milhões de euros.


Fonte: SicNotícias

Até ao fim no ano vai ser possível aviar receitas sem papel

Ministério da Saúde prepara diploma que pretende que as receitas dos médicos cheguem às farmácias por via informática. Medida vai permitir evitar e detectar fraudes.

receita medica

Um ano depois da generalização da prescrição electrónica de medicamentos, tanto no sector público como no privado, o ministério da Saúde prepara-se para dar um segundo passo e prevê que até ao final do ano seja possível que o utente se apresente numa farmácia sem qualquer papel e que farmacêutico consiga ver as receitas médicas que ainda não aviou.

A medida faz parte do processo de completa desmaterialização da prescrição e dispensa de medicamentos em que o ministério de Paulo Macedo tem estado a trabalhar. O PÚBLICO sabe que há um diploma do secretário de Estado da Saúde sobre este tema prestes a ser publicado e que revê uma portaria de Maio de 2012 sobre o tema.

De acordo com o Ministério da Saúde, “actualmente estão em curso diversos projectos-piloto de completa desmaterialização do circuito de prescrição, dispensa e conferência de medicamentos (ocorrendo a transferência de informação entre médicos, farmacêuticos e SNS de forma inteiramente digital). Prevê-se que o progressivo alargamento e generalização a nível nacional da receita desmaterializada ocorra até ao final do presente ano”.

A comunicação electrónica vai facilitar que os médicos justifiquem tecnicamente o que prescrevem e, pelo contrário, vai dificultar as situações de fraude ou, pelo menos, fazer com que sejam mais facilmente identificadas. Isto numa altura em que o ministro da Saúde estima que as fraudes em investigação no sector ultrapassem os 100 milhões de euros.

A nova portaria também pretende facilitar a vida dos clínicos, já que na mesma receita, ainda que se mantenha o limite de quatro embalagens, poderão passar a estar medicamentos genéricos (prescritos com a Denominação Comum Internacional) ao lado de medicamentos de marca para os quais não existe alternativa, ou casos em que o médico escolhe uma marca comercial para a qual existe um genérico – situação em que tem de justificar tecnicamente a necessidade.

“Simplificam-se assim os processos, removendo-se a actual necessidade de separar cada tipo de prescrição em diferentes receitas médicas. Com a nova portaria, será substancialmente diminuído o número de receitas, reduzindo-se igualmente a complexidade e a burocracia que lhes estavam associadas”, diz a tutela, que garante que “a implementação da prescrição e dispensa por Denominação Comum Internacional tem incentivado a utilização dos medicamentos genéricos mais baratos, gerando importantes poupanças directas para os cidadãos”.

A informação chega um dia depois de a Polícia Judiciária ter detido seis homens e uma mulher ligados às actividades médica, farmacêutica e de distribuição de medicamentos, no âmbito de uma operação destinada a investigar crimes de falsificação de documentos, burla qualificada, corrupção e associação criminosa. O esquema que utilizavam passava pela emissão de receituário falso, mediante o pagamento de contrapartidas a profissionais de saúde, como médicos – uma situação que pode passar a ser mais difícil quando todas as receitas forem informatizadas.

Resta saber se o sistema informático está preparado para suportar este avanço, uma vez que ainda em Junho a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) denunciou a existência de graves problemas ao nível do sistema informático da saúde, com várias unidades sem conseguirem aceder às fichas clínicas dos utentes e médicos impossibilitados de prescrever medicamentos. O problema foi reconhecido pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), que emitiu uma circular autorizando os médicos a prescrever, a título excepcional e até 31 de Julho, receituário em modo offline e sem que seja necessária a aposição de vinheta.

Fonte: Público

Bial: Falta de dinheiro atrasa novo medicamento para Parkinson

Bial

O presidente da Bial, Luís Portela, afirma que os cortes financeiros no setor da investigação em saúde obrigaram a empresa a adiar por dois anos o lançamento no mercado de um novo fármaco para os doentes de Parkinson.

Em entrevista à “Antena1”, Luís Portela revelou que estava previsto que o novo medicamento fosse lançado em finais do ano passado ou no início deste ano, mas foi entretanto adiado para 2015.

«Tivemos que atrasar todo o nosso processo de investigação. Por um lado, o país tem ganhado, porque tem gastado menos em medicamentos. Por outro lado, o país está a perder, porque quem tem bons novos medicamentos para oferecer ao mundo e a partir daí trazer divisas para Portugal está a atrasar o projeto», argumentou.

Fonte: NetFarma

Mais de 13 mil medicamentos ilegais apreendidos numa semana em Portugal

Infarmed alerta para riscos graves para a saúde pública após nova operação internacional de larga escala contra a venda de fármacos na Internet.


INFARMED

Mais de 13 mil medicamentos ilegais foram apreendidos em Portugal no espaço de uma semana, entre 18 e 25 de Junho, no quadro de uma operação internacional de combate à compra e venda de fármacos em sites ilegais na Internet.

Os medicamentos apreendidos, na sua maioria destinados ao tratamento da disfunção eréctil e emagrecimento, entraram no país por via postal e foram confiscados em Lisboa e Porto por equipas conjuntas da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) e Autoridade Tributária.

O Infarmed fala em riscos graves para a saúde pública e volta a repetir um aviso já deixado em anteriores operações do mesmo género: “Apesar dos alertas, os portugueses continuam a comprometer gravemente a sua saúde ao adquirirem medicamentos pela Internet em websites não autorizados”, alerta em comunicado divulgado nesta quinta-feira.

Em Portugal foram apreendidas ao todo 40 encomendas postais, de um total de 3323 inspeccionadas. Os remédios confiscados têm um valor estimado de cerca de 55 mil euros.

A nível internacional, a Operação Pangea VI desenvolveu-se em cerca de 100 países e “culminou com a detenção de 58 indivíduos e a apreensão, em todo o mundo, de 9.895.926 unidades de medicamentos falsificados, potencialmente letais e com um valor estimado de 41 milhões de dólares (cerca de 31,5 milhões de euros)”. A coordenação foi assegurada pela Interpol com o apoio da Organização Mundial das Alfândegas e teve a colaboração das agências do medicamento de vários dos países envolvidos.

Fonte: Público

Médicos e farmacêuticos lesaram SNS em quatro milhões de euros

Ministério Público já deduziu acusação. Um médico e um delegado foram detidos preventivamente e outros sete estão sob vigilância electrónica.

medicamentos

O Ministério Público vai julgar seis médicos, dois farmacêuticos e sete delegados de informação médica por crimes cometidos que prejudicaram o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em mais de quatro milhões de euros. Em causa estão suspeitas de “associação criminosa, falsificação de documentos, burla qualificada e detenção de arma proibida”, segundo uma nota emitida nesta sexta-feira pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O despacho final de acusação visa um total de 18 arguidos. Destes, 16 terão de responder ao pedido de indemnização cível que foi deduzido contra eles em nome das cinco administrações regionais de saúde que integram o SNS. Entre 2010 e 2012, o prejuízo causado ao Estado estima-se num “valor não inferior” a 4,018 milhões de euros.

Um médico e um delegado de informação médica já foram presos preventivamente à ordem deste processo. Sete dos restantes arguidos estão, por seu turno, obrigados preventivamente a permanecer na habitação com vigilância electrónica.

O DCIAP tem ainda pendentes mais 28 inquéritos relativos a crimes desta natureza, “num esforço investigatório intenso no sentido de identificar e acusar rapidamente os seus responsáveis”, lê-se na respectiva nota.

O actual ministro da Saúde, Paulo Macedo, tem feito do combate à fraude uma das suas prioridades, por pressupor que ilicitudes deste tipo no sector redundem em prejuízos para o SNS superiores a 100 milhões de euros.

Fonte: Público

Médicos alertam para perigos da venda de três fármacos sem receita

Três dos 17 fármacos que passarão a ser vendidos sem receita e em exclusivo nas farmácias requerem supervisão clínica, alerta Ordem dos Médicos.

ordem dos médicos

Três dos 17 medicamentos que passaram a poder ser vendidos sem necessidade de receita médica e em exclusivo nas farmácias apresentam perigos para os utentes e necessitam de aconselhamento médico, defende, em comunicado divulgado nesta quinta-feira, a Ordem dos Médicos (OM).

A decisão de dispensa de receita médica desta lista de 17 medicamentos foi tomada pelo Governo a 20 de Junho, mas a sua venda só pode ser feita em farmácias e não em parafarmácias e supermercados.

O que a OM vem defender é que três deles — a aminofilina e a teofilina, usadas no alívio dos sintomas da asma e de broncoespasmo, e a tansulosina, usada em casos de hiperplasia prostática benigna — apresentam perigos para a saúde dos utentes caso não sejam acompanhados de aconselhamento médico, não bastando o conselho do farmacêutico.

O comunicado resulta de pareceres pedidos a colégios de especialidade da OM. O de Imunoalergologia manifestou "total discordância" relativamente à dispensa de receita médica no caso da teofilina e da aminofilina, "por se tratar de fármacos com uma margem terapêutica estreita e com potencial importante de toxicidade grave, por vezes resultando em morte".

Da mesma opinião foi o Colégio de Farmacologia Clínica, que defendeu que "as características destes fármacos justificam precauções particulares na sua administração”. “É necessária a monitorização dos níveis plasmáticos da teofilina para a determinação da dose eficaz e para a prevenção dos efeitos adversos associados a sobredosagem", lê-se no comunicado. Refere-se ainda o perigo de interacções medicamentosas associadas à teofilina, sendo necessárias mais precauções no caso de doentes idosos.

Relativamente à tansulosina, indicada na hipertrofia benigna da próstata, "a sua actividade vascular tem acção anti-hipertensora que não é desprezível". Assim, segundo a OM, pode representar perigo especial em doentes hipertensos.

"Para além deste risco que contribuirá para a afluência destes doentes aos serviços de urgência, a ocorrência de sintomas menos graves, como tonturas, pode levar à suspensão da terapêutica antihipertensora com os resultantes efeitos indesejáveis".

A OM termina dizendo que "a formação e a experiência dos licenciados em farmácia” e “dos ajudantes de farmácia" não são suficientes para diagnosticar estas situações de perigo e de "dispensar medicamentos sem a respectiva prescrição médica nas patologias referidas".

Fonte: Público