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Ordem dos Farmacêuticos aprova Programa Extraordinário de Regularizações de Quotas

Ordem dos FarmacêuticosA Direcção Nacional da Ordem dos Farmacêuticos (OF) deliberou iniciar um programa extraordinário de regularizações, disponibilizando condições especiais e extraordinárias para a regularização de quotas em atraso dos membros da OF e para o reingresso de ex-membros. O acesso a este programa termina a 31 de Março 2014 e rege-se pelo regulamento em anexo.

Mantendo o firme desejo de tornar a OF uma instituição ainda mais forte, mais coesa e mais representativa da classe farmacêutica, na qual todos os seus membros se revejam, a Direcção Nacional estabelece assim um conjunto de condições para que todos os que exercem a profissão farmacêutica estejam inscritos naquela que é a sua Ordem, quer os que, num dado momento, decidiram cancelar a sua inscrição, quer os que simplesmente deixaram de pagar as quotizações.

ANF propõe colaboração estreita e construtiva à Ordem dos Médicos

ANF

O presidente da ANF enviou ao bastonário da Ordem dos Médicos a carta em anexo, intitulada «Convite para Cooperação Institucional».
Na missiva, de ontem, dia 10 de Outubro, Paulo Duarte convida a Ordem dos Médicos a colaborar com a ANF, “com o mesmo desígnio de cooperação que existe diariamente entre médicos e farmácias”. Da parte da Associação, tal “pode ter início de imediato”.
Paulo Duarte relembra a enorme responsabilidade que médicos e farmácias têm para “garantir aos cidadãos o acesso a uma terapêutica da melhor qualidade e ao mais baixo preço”.
É esta a cooperação “que os doentes e os nossos representados esperam de nós”, e que hoje é mais importante do que nunca, considera o presidente da ANF.
Em anexo, carta do Presidente da ANF – Paulo Duarte.

Mais de 200 mil doses de vacinas contra a gripe nas farmácias no final deste mês

Mais de 200 mil doses de vacinas contra a gripe nas farmácias no final deste mês

Cerca de 220 mil doses de vacinas contra a gripe vão ser distribuídas no final deste mês pelas farmácias, anunciou hoje a autoridade de saúde, indicando que a ruptura de stocks nalguns estabelecimentos se deverá a dificuldades de produção.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) manteve contactos com a Associação Nacional de Farmácias e as duas empresas farmacêuticas responsáveis pelas vacinas para avaliar a situação da falta de vacinas contra a gripe nalgumas farmácias comunitárias.

Em comunicado, a DGS indicou que uma nova remessa de 220 mil vacinas será distribuída no final deste mês, quantidade que pode não ser suficiente “para todos os cidadãos que habitualmente se vacinam, uma vez que a quota deste ano será inferior à da época passada”.

“A menor disponibilidade de vacinas, bem como a sua entrega faseada (em duas tranches, uma no inicio de Outubro e outra no final de Outubro) poderá estar relacionada com dificuldades de produção”, refere a DGS.

Segundo os números divulgados no início da campanha de vacinação, cerca de 800 mil doses de vacinas estariam disponíveis nas farmácias.

Contudo, apesar de uma menor quantidade nas farmácias, a autoridade de saúde lembra que mais de um milhão de vacinas contra a gripe estão disponíveis de forma gratuita nos centros de saúde para pessoas a partir dos 65 anos, acrescentando que “não há ruptura no Serviço Nacional de Saúde”.

O comunicado reitera ainda que a vacina pode ser administrada durante todo o outono e inverno, portanto, que a vacinação pode ser feita para lá do mês de Outubro.

Fonte: Público

Francisco George reúne-se com laboratórios devido à falta de vacinas da gripe

Franciso George

 O diretor-geral de Saúde, Francisco George, revelou hoje que vai reunir-se na segunda-feira com os diretores de duas empresas farmacêuticas devido à falta de vacinas contra a gripe em diversas farmácias.

Vacinas da gripe esgotadas em Lisboa

«No setor privado há problemas no abastecimento de vacinas às farmácias de bairro», admitiu Francisco George, adiantando que já tem uma reunião marcada para segunda-feira com os diretores das duas empresas farmacêuticas responsáveis pela produção e comercialização de vacinas da gripe - a ABBOT e a GSK.

«Não compreendemos o que se está a passar no setor privado», acrescentou Francisco George, face às queixas apresentadas por algumas farmácias que não estão a receber as vacinas contra a gripe por parte dos dois laboratórios farmacêuticos.

Ao contrário do que acontece no setor privado, Francisco George garante que no setor público não há qualquer problema de abastecimento de vacinas contra a gripe.

«No setor público, não há problemas de abastecimento. Podem acontecer, aqui ou ali, pequenos problemas de gestão de stocks devido à capacidade instalada dos frigoríficos», reconheceu.

«Mas o Ministério da Saúde, como se sabe, adquiriu vacinas suficientes para assegurar a imunização, a proteção, sobretudo de pessoas idosas e dos grupos de risco, mas em particular de todos aqueles que têm 65 e mais anos», disse.

Francisco George garantiu ainda que as pessoas com mais de 65 anos «podem ter a vacina absolutamente gratuita, sem taxas nos centros de saúde, sem prescrição médica, sem guias».

«É querer ser vacinado, ir ao Centro de Saúde, receber a vacina e ficar protegido para a época da gripe», acrescentou.

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, prefere salientar a adesão dos portugueses à vacina contra a gripe nos primeiros dias do período de vacinação.

«Nós vacinámos muito mais pessoas que no mesmo período do ano passado, ou seja, vacinámos mais de 100 mil pessoas numa semana, o que é muito positivo. E vale a pena lembrar que as pessoas se devem vacinar mais cedo, mas que têm um período longo, que vai até dezembro, em que o podem fazer», acrescentou Paulo Macedo.

De acordo com os dados fornecidos às autoridades portuguesas pela Organização Mundial de Saúde, as estirpes da gripe previstas para este ano são muito próximas daquelas que provocaram algumas epidemias no hemisfério sul.

A Direção-geral de Saúde garante, no entanto, que as vacinas estão adequadas à natureza dos vírus que vamos ter durante as semanas frias do próximo inverno.

Fonte: TVI24

Médicos portugueses envolvidos na descoberta de novo medicamento

Grupo de médicos portugueses está envolvido na descoberta de um novo medicamento contra a paramiloidose. Os primeiros resultados são animadores, representando assim uma nova esperança para os 1500 portugueses que sofrem desta doença.

Fonte: SicNotícias

INFARMED destaca contributos de poupança para o cidadão e o SNS

INFARMED

O INFARMED divulgou numa nota onde defende que «nos últimos dois anos, a evolução do mercado de medicamentos tem registado uma profunda alteração, visando a melhoria do acesso do cidadão a terapêuticas menos onerosas e contribuindo para a redução da despesa do Serviço Nacional de Saúde com medicamentos».

Segundo aponta a Autoridade do Medicamento e Produtos de Saúde, «atualmente, na sequência das diferentes medidas implementadas no setor, o cidadão tem mais acesso aos medicamentos de que necessita, por via de um cada vez maior número de soluções terapêuticas, a um menor custo, o que contribui para a redução dos encargos gerais dos utentes com medicamentos», sublinhando que «tal é verificado pela descida drástica do preço médio de medicamentos ao longo dos últimos anos, menos 17% desde 2011 e menos de 21% desde 2007, e pelo constante aumento do número de embalagens dispensadas nas farmácias».

E «uma das medidas implementadas foi a revisão de preços ocorrida em 2012, que permitiu uma redução substancial do preço dos medicamentos», indica, apontando que «a título de exemplo refira-se a substância ativa clopidogrel 75mg, em que uma embalagem de 28 unidades passou de um PVP máximo de 48,46€ para 18,53€ (uma redução de 61,76%) ou a substância ativa esomeprazol 20mg, em que uma embalagem de 50 unidades passou de um PVP máximo de 54,07€ para 32,03€ (uma redução de 40,76%)».

Já relativamente ao ano 2013, e de acordo com dados relativos ao mês de agosto, refere o INFARMED que «as diferentes medidas implementadas permitiram gerar poupanças de cerca de 50 milhões de euros para o utente e de 49 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde», concluindo que «a dinâmica do mercado de medicamentos em Portugal tem evoluído de forma a garantir o acesso a medicamentos seguros, de qualidade e eficazes a preços comportáveis, contribuindo para a redução do esforço financeiro dos cidadãos na acessibilidade às terapêuticas que necessitam e para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde».

Fonte: NetFarma

Governo dos Açores garante colaboração em investigação de fraude com medicamentos

Governo dos Açores

O Governo dos Açores e o INFARMED revelaram ontem que estão a colaborar com as autoridades judiciais na investigação de uma alegada fraude de dez milhões de euros com medicamentos que envolve empresas do arquipélago.

Segundo uma notícia avançada pela “Antena 1/Açores”, empresas da região são suspeitas de terem participado nesta alegada fraude com faturas de medicamentos, num esquema que terá durado dois anos e soma mais de dez milhões de euros.

Em causa estão lucros ilegais e reexportação para África e Norte da Europa de medicamentos retirados das farmácias.

Questionado quanto às empresas açorianas em causa neste processo, o responsável pela pasta da Saúde no Governo dos Açores, Luís Cabral, referiu que «são dados que estão no âmbito do segredo de justiça», mas acrescentou que a Secretaria Regional da Saúde «tem conhecimento do que está a ser desenvolvido na Região e colaborado ativamente nessa investigação».

«A Secretaria Regional da Saúde não tem um envolvimento direto nesse tipo de investigações, agora irá ajudar todas as entidades que assim o solicitarem na averiguação ao pormenor deste tipo de situações», afirmou Luís Cabral, que falava aos jornalistas em Ponta Delgada, à margem da sessão de abertura do II Roteiro da Saúde Mental da Região Autónoma dos Açores.

Luís Cabral lembrou que as investigações «estão no âmbito» do sistema judicial e que apesar de a Secretaria Regional da Saúde «não ter um envolvimento direto» nas mesmas, está disponível para prestar os dados necessários.

Contactado pela “Lusa”, o INFARMED sublinhou que «não tem competências de investigação criminal», mas «sempre que solicitado, este Instituto colabora com as entidades de investigação criminal, como se verifica no presente caso».

«No entanto, apenas estas entidades de investigação podem pronunciar-se sobre as matérias que estão a ser alvo de investigação», acrescentou o INFARMED, numa resposta por e-mail enviada à “Lusa”.

Fonte: NetFarma

OF: Prazo dado pela troika para 60% de genéricos é inatingível

OF

Últimos dados do INFARMED indicam que quota já está próxima dos 40% no Serviço Nacional de Saúde. Ministério quer manter meta para 2014, mas Ordem dos Farmacêuticos (OF) diz que não há tempo suficiente.

Para a Ordem dos Farmacêuticos, a evolução em Portugal da quota de medicamentos genéricos tem sido positiva, mas mesmo assim é impossível atingir os 60% no mercado do Serviço Nacional de Saúde já em 2014 previstos no memorando de entendimento com a troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) e que o Ministério da Saúde mantém como meta.

O presidente da mesa da Assembleia Geral da Ordem dos Farmacêuticos, João Silveira, numa conferência, ontem em Lisboa, sobre o setor da saúde, considerou que a meta é «irrealista», justificando «que o mercado tem uma dinâmica» que não permite mudar a quota num espaço de tempo tão curto.

De acordo com os últimos dados do mercado de genéricos disponibilizados pela Autoridade Nacional do Medicamento (INFARMED), relativos aos meses de janeiro a julho, neste momento a quota destes fármacos no Serviço Nacional de Saúde representa 38,9% - o que significa que cresceu 3,6% no espaço de um ano, com mais 5,7 milhões de embalagens vendidas.

Questionado pelo “Público”, o Ministério da Saúde respondeu que os 60% fazem parte do programa com a troika e que «este facto se sobrepõe a qualquer argumentação sobre exequibilidade», lembrando que o valor «precede o Governo e foi assinado pelos partidos», pelo que a atual tutela tudo fará para o atingir. «Os incentivos às farmácias que foram noticiados recentemente visam justamente alcançar este objetivo de 60% de quota de genéricos no final de 2014», disse ainda o ministério de Paulo Macedo.

De acordo com o INFARMED, há 218 farmácias acima da quota nacional, com mais de 45%, e 1.060 farmácias com quotas acima de 40% (num universo de 3.000 farmácias). Para impulsionar a subida, o Governo confirmou em meados de setembro que está a preparar estímulos às farmácias - o que mereceu a condenação por parte da Ordem dos Médicos, que acusou a tutela de estar a preparar-se para pagar aos farmacêuticos para que cumpram o que está na lei: dispensar o fármaco mais barato ao utente.

Em termos de preço, os dados do INFARMED indicam que a média nos genéricos está nos 9,91 euros por embalagem, isto é, menos 3,12 euros do que em 2011. Na prática, nas contas do regulador, seja nos chamados medicamentos de marca branca seja nos de marca, isto refletiu-se em menos 4% de encargos para o utente, já o Estado poupou cerca de 764 milhões de euros. Se recuarmos sete anos, até 2007, o preço baixou só nos genéricos 12,48 euros, o que corresponde a uma queda de 64%.

Mas também por estes valores João Silveira reforça que será impossível em apenas um ano empurrar estes quase 40% para 60%, mesmo com a chegada de medicamentos que viram a sua patente expirar. Ao mesmo tempo, traça uma fotografia de um setor cada vez com mais dificuldades em sobreviver: as dívidas litigiosas das farmácias aos grossistas ultrapassam os 290 milhões de euros e há outros 40 milhões em fase pré-litigiosa, «o que significa que há muitas farmácias com os fornecimentos suspensos ou que só recebem os medicamentos contra-pagamento». Da mesma forma, há cada vez mais laboratórios sem interesse em ter alguns produtos em Portugal por serem demasiado baratos em relação a outros países.

João Silveira lamenta, por isso, que a contração de despesa na área da saúde continue a ser feita sobretudo à custa do setor do medicamento, assegurando que só no ano passado contribuíram com 953 milhões de euros para a redução da despesa e que entre 2010 e 2013 o esforço representou «71,1% do total da redução de despesa do SNS».

Fonte: NetFarma

Farmácias vendem antibióticos para animais sem receita do veterinário

Farmácias vendem antibióticos para animais sem receita do veterinário

A esmagadora maioria das farmácias de Lisboa e Porto vende antibióticos para animais sem receita do médico-veterinário, concluiu um levantamento realizado para a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) que será divulgado hoje, Dia do Animal.

Segundo este órgão representativo dos veterinários, o levantamento foi  realizado por "uma empresa independente" depois de "um alargado conjunto  de denúncias" dos seus membros, no sentido de que estariam a ser praticados  certos atos por parte das farmácias, nomeadamente a possível prescrição  e venda de medicamentos de uso veterinário sem receita médica, como antibióticos.

O estudo, que decorreu entre os meses de julho e setembro e incidiu  sobre as cidades de Lisboa e Porto e zonas limítrofes, indicam que, em média,  "cerca de 92% das farmácias" nestas regiões "vendem antibióticos para animais  sem solicitar receita médico-veterinária". 

Em média, apurou o estudo a cujas conclusões a Lusa teve acesso, "87%  das farmácias vendem antibióticos sem qualquer solicitação de receita médica  e, destas, mais de 50% sugeriram o tratamento para o animal e escolheram  o antibiótico que venderam". 

A OMV classifica a situação como muito grave e alerta para o impacto  que estas práticas terão na saúde animal e humana. 

Com este tema na agenda, a bastonária da OMV será recebida pelo diretor-geral  da Saúde hoje, dia em que se assinala o Dia do Animal e do Médico Veterinário.

Fonte: SicNotícias